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Análise do Comportamento Aplicada

A independência subindo, sessão após sessão.

O abaup é onde a clínica de ABA planeja a intervenção, registra os dados de cada sessão e lê a evolução. A supervisora define os programas e os alvos; a aplicadora coleta na sessão, pelo celular; a supervisora analisa e ajusta o plano.

Exemplo — % de independência de um alvo 10 sessões
% de independência Sessão 0% 25% 50% 75% 100% 1ª 3ª 5ª 7ª 9ª 10ª critério 80% 1ª — 30% 2ª — 40% 3ª — 40% 4ª — 60% 5ª — 70% 6ª — 80% 7ª — 70% 8ª — 80% 9ª — 90% 10ª — 80%

A tracejada é o critério de domínio. A 7ª sessão ficou abaixo dele e zerou a sequência: domínio é desempenho que se sustenta por sessões seguidas, não um pico isolado.

O ciclo

Duas profissionais, o mesmo paciente.

O sistema existe para fechar uma volta. Quem planeja não é quem aplica, e quem aplica precisa que o registro chegue inteiro em quem decide o próximo passo.

  1. 01

    Planejar

    Supervisora

    Atribui programas ao cliente e cadastra os alvos, com o critério que promove cada um a dominado.

  2. 02

    Aplicar e registrar

    Aplicadora

    Abre a sessão e lança cada tentativa na hora em que acontece — um toque por registro, sem recarregar a tela.

  3. 03

    Analisar

    Supervisora

    Lê a curva por alvo e por programa, com o critério desenhado no mesmo eixo e o período que quiser recortar.

  4. 04

    Ajustar

    Supervisora

    Promove o alvo que bateu o critério, põe novos em ensino e emite o relatório de evolução do período.

O que o sistema faz

O suficiente, e nada além.

Programas e alvos

Os programas clássicos já vêm no catálogo da clínica — tato, mando, imitação, AVDs, comportamento-problema. A supervisora cria outros com a mesma estrutura: um programa define como se aplica, o que se registra e quando o alvo está dominado.

Quatro formas de medir

Tentativas discretas em % de independência, frequência, duração e análise de tarefas. A tela de coleta muda conforme o programa: a hierarquia de dicas, um contador de ocorrências ou um cronômetro.

Critério de domínio à vista

O padrão é ≥ 80% de independência em 3 sessões seguidas, e cada programa pode ter o seu. O sistema mostra quando o critério foi batido — quem promove o alvo é a supervisora, porque a decisão é clínica.

Relatório emitido, não recalculado

Emitir é um ato: congela o período, os dados, os gráficos, o parecer e a assinatura com registro profissional. Reabrir mostra o que foi entregue, não o banco de hoje. Correção gera uma versão nova, e a anterior permanece.

Na sessão

A dica diminuindo, lida de relance.

Cada tentativa registra o nível de dica que a criança precisou. A fileira é uma régua: da dica física total até a resposta independente.

  • I Independente
  • AG Dica gestual
  • AV Dica verbal
  • AFP Física parcial
  • AFT Física total
  • E Erro

A cor nunca aparece sozinha: a sigla vai sempre junto. O registro precisa sobreviver ao daltonismo e à impressão em preto e branco — o relatório sai da clínica em papel.

Os dados

O dado é de uma criança.

Prontuário de paciente não é métrica de produto. Isso mudou decisões técnicas que normalmente ninguém discute.

Nada de terceiros

As bibliotecas de front e as fontes são servidas do próprio servidor, não de CDN. Nenhuma página avisa uma rede externa de que a sua paciente existe.

Erro não vai para fora

Exceção em produção vai para o log da máquina e para o e-mail da clínica. Sem serviço externo de monitoramento: o contexto de um erro carrega dado de paciente.

Uma clínica não vê a outra

Cada clínica é um inquilino isolado, do endereço ao banco: cliente, programa e sessão de outra clínica simplesmente não existem daqui.

Como começa

Não há cadastro nesta página.

A clínica é criada com a primeira supervisora já dentro, como administradora, e nasce com os programas clássicos no catálogo. A partir daí ela cadastra a própria equipe e os clientes, sem depender de ninguém.

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Esqueceu a senha? A administradora da sua clínica redefine os acessos da equipe.